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Concurso
Internacional de Saltos - 5 estrelas - Portugal
Presenças brasileiras: Bernardo Alves e Alvaro Afonso
Miranda Neto

Daniel
Pinto e Galopin em 3º na KUR no CDI de Vidauban, França 
O
Concurso CDI de Vidauban, em França contou com a presença
de cavalos lusitanos de França, Portugal, Espanha e
Brasil.
Daniel e Galopin - foto: Ana Lúcia Teixeira alcançaram
64,468% no Grande Prémio e 68,70% no Grande Prémio Freestyle.
Pela Espanha, Juan António Jimenez com Raio, da Casa Cadaval,
alcançou a 4ª posição no Grande Prémio e na KUR com 64,894%
e 68,55%, respectivamente.
Pela França, Ludovic Martin e Pastor, da coudelaria Guilherme
Borba, quedou-se na 8ª posição no Grande Prémio com 63,799%.
Pelo Brasil, Thaiza Tavares e Riopele, ferro Sociedade das
Silveiras, continuam a tentar a qualificação para os Jogos
Equestres Mundiais no entanto ficaram na última posição nas
duas provas com 60,608% e 59,900%.
Ainda pelo Brasil, Rogério Clementino apresentou uma montada
nos níveis S. George e Intermediária, que lhe valeram a 10ª
e a 9ª posição: Sargento do Top com 65,00% e 63,759%..
Equipe
Brasileira representada por Luiza Almeida com Samba e Rogerio
Clementino com Sargento do Top
Ao lado das maiores estrelas
mundiais do Adestramento
- a mais clássica
das modalidades do hipismo - Rogério Clementino montando Portugal e Luiza Tavares de Almeida com Samba representaram
a América do Sul no Exquis World Dressage Masters,
CDI5* - Concurso de Dressage
Internacional, categoria 5 estrelas, em Cannes, França.
O Grand Prix realizado na semana passada, contou com participação
de 13 conjuntos de 8 países:
Alemanha, Bélgica,
Brasil, Dinamarca, Gran Bretanha, Itália, Polônia e Portugal. Montando o Puro
Sangue Lusitano Portugal, Rogério
Clementino
conquistou dois novos índices (mínimo de 64%) atribuídos pelos juizes de nível olímpico: 64,042% com
a belga Mariette
Whithages e 64,680% com o francês
Jean Michael Roudier. O cavaleiro
sul-matrogrossense que
monta por São Paulo foi 12º
colocado com média final de 63,319%.
A amazona
brasileira Luiza Tavares de
Almeida e seu também
Lusitano Samba registrou mais um índice (64,255%), em nota atribuída
por Jean Michael Roudier
e o 13º lugar com média
final de 63,063%.
Técnico da equipe brasileira de Adestramento nas Olimpíadas de Pequim e nos próximos Jogos
Equestres Mundiais
de Kentucky, Estados Unidos,
o belga Johan Zagers
montando Question De Liberte ficou em 10º lugar
com média final de 64,000%.
A Alemanha confirmou
o favoritismo e assegurou
os três primeiros
lugares do pódio
com vitória da amazona
campeã mundial
Isabel Werth montando Warum Nicht e média
final de 71,489%, seguida de
Anja Plönzke
com Le mont DOR (71,446%) e
Mathias Alexander montando Triviant UNICEF (69,914%).
Estiveram na pista os também
olímpicos Anne van Olst
montando Clearwater, da Dinamarca, Dane Rawlins, da Gran Bretanha, Jeroen Devroe com Apollo van het Vijverhof e Stefan van Ingelgem montando Whitney van het Genthof pela
Bélgica, Valentina
Truppa com Eremo del Castegno defendendo a Itália e Michal Rapcewicz montando Randon pela Polônia.
Fonte:
CBH
Escola
Portuguesa de Arte Equestre (EPAE) faz Espectáculos de
Gala
Os
espectáculos realizam-se nos Jardins do Palácio Nacional de
Queluz, às 4ªs. Feiras às 11 horas da manhã de Maio a Outubro,
excepto Agosto.
As datas para as apresentações são as seguintes:
Junho: dias 16, 23 e 30
Julho: dias 7, 14, 21 e 28
Setembro: dias 1, 8, 15, 22 e 29
Outubro: dias 6, 13, 20 e 27 e são abertos ao público. A Escola
Portuguesa de Arte Equestre é a sequência do que foi a Picaria
Real, academia equestre da Corte portuguesa encerrada no século
XIX, mas não extintos o seu ensinamento e tradição que nunca
deixaram de influenciar a maneira de montar em Portugal.
Por outro lado e devida à prática, nunca interrompida, do
toureio equestre, foi conservando até hoje o mesmo tipo de
cavalo utilizado no século XVIII, bem como a mesma equitação,
as mesmas selas e os mesmos trajes.
Tudo isto constitui um património cultural equestre único
no mundo. Os cavalos utilizados na EPAE são Lusitanos da antiga
Coudelaria Real de Alter fundada em 1748 por El-Rei D. João
V.
A Escola Portuguesa de Arte Equestre destina-se a conservar
e a dar a conhecer este património e também a prática, divulgação
e ensino da Arte Equestre de tão antigas e brilhantes tradições
em Portugal.
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